terça-feira, 22 de março de 2011

figura 2a

Desenhar mais ou menos as linhas principais dos diversos planos de vegetação do trabalho. (até agora não ensinei como desenhar porque as duas imagens não são complicadas), apenas deverão ser executadas com muito capricho. Volto a dizer: SEM PRESSA. No próximo desenho, ensinarei como aumentar a gravura e outros macetes que vão me ocorrendo enquanto pintamos. O céu leva azul cerúleo, um pouquinho de preto e outro pouquinho de branco. Faça uma cor homogenia com as tres e acrescente aquela que sentir estar faltando. Prepare uma quantidade de tinta um pouco grande porque se faltar não irá conseguir a mesma tonalidade. É sempre preferível que sobre do que estragar este ceu de tom único. Quando sobra tinta de uma aplicação, tenho pequenos potes de remedios que estoco com essa finalidade. (os recipientes onde vem o KinderOvo, agora não sei se é assim que se escreve mas, pela pronuncia vai saber do que estou falando, são excelentes) Estas cores que são assim trabalhadas com outras, digo misturadas, sempre faço um tiquinho a mais e guardo até a pintura estar completamente pronta. Acidentes acontecem e o retoque fica perfeito. Voltando a pintura: não há necessidade em clarear o ceu na parte mais próxima da terra, por ser um desenho fantasia. Quando for uma paisagem realista, o céu vai clareando a medida que se  aproxima da linha do horizonte. Olhe para o seu horizonte e observe.

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